quarta-feira, 25 de maio de 2011


'Essa morte constante das coisas é o que mais dói. Não quero ser a carpideira do meu tempo. Mesmo encontrando todos os dias pelas escadas os devotos de Morfeu, com suas caras verdes, suas veias machucadas. Amanhã alguém nos cantará. Um rock de horror? Depois de todas as tempestades e naufrágios, o que fica de mim em mim é cada vez mais essencial e verdadeiro. Inverno aqui se escreve com F [...]'

(Caio Fernando Abreu)

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'Venha quando quiser, tem espaço na casa e no coração.'

(Caio Fernando Abreu)